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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Págs 179 a 186

  Muitas dificuldades
    Nos primeiros cultos fiquei meio perdido, não conhecia os irmãos, não sabia em quem confiar, nem de onde surgiam os problemas... Era tudo tão diferente...
  No oitavo culto estava chovendo muito, fui para o ponto, molhei tudo, o ônibus não vinha, a energia acabou, e eu só no escuro sem saber o que fazer.  Tive uma idéia, o primeiro farol que eu visse eu ia pular na frente e o carro ia ter que parar... De repente surgiu um veículo e eu pulei na frente, o carro parou a porta se abriu e eu perguntei:
__ O senhor vai para Catalão?
__ Vou – disse-me – ele.
 Entrei e comecei a contar o meu plano, ele então me disse:
__ Você não precisava ter pulado na frente do carro, pois quando eu passei pelo viaduto o Senhor falou comigo: __ Aí na frente tem um homem, e você leve ele porque ele também é meu servo.
  Ele era o irmão Antônio Beltão que me disse que não leva ninguém como carona, mas que ia me levar porque tinha certeza que eu era crente mesmo, e me levou até a minha casa, aleluia por isso!
   Em Goiandira, trabalhei muito para o Senhor, visitei fazenda por fazenda, levava ceia para os irmãos na fazenda, e também ganhei muito agrado deles: queijo, ovos, frutas, frangos... E onde quer que eu ia toda a igreja estava comigo, nas praças, nos cultos nos lares, nos aniversários, vigílias, batismos, casamentos, na sede, nos Congressos, Encontros, Convenções ou em simples visitas...

Aniversários

Comemorando o meu aniversário de 50 anos, na casa da irmã Antecina



Eu só podia estar muito feliz: recebendo o carinho dos irmãos, ao lado de minha esposa e filha...



Sem falar nos muitos presentes... ternos, gravatas, camisas... tanto carinho dos irmãos.


Obrigado Senhor!
 restava-me a triste tarefa de cortar o bolo, mas o Geciro me ajudou... pena que cortaram a cabeça dele na foto



   O tempo passava depressa, mas não víamos, vivíamos um dia de cada vez, louvando ao Pai por todos os dias, a igreja crescia, meus cabelos embraqueciam, mas o carinho dos irmãos aumentava a cada ano, novas surpresas...

 Seja no porão da igreja...

A cada ano no dia 4 de Julho vinha surpresa.


   De cabelos brancos, mas soprando velinha! Mas agora a idade já era uma incógnita, um ponto de interrogação, deixamos de contar...


Meu aniversário comemorado na casa da irmã Otacília.

 
 Mas não eram apenas os meus aniversários que eram comemorados, a cada mês tínhamos os cultos nos lares que eram reivindicados para os cultos em ação de graças.


E não eram sempre bolos, às vezes eram galinhada, com saladas como essa na casa do irmão Geciro



Enquanto as moças posavam para fotos, a irmã Genesi e Marizinha trabalhavam firmes preparando a refeição deliciosa.

  E quanto maior era a família, mais cultos tinha no lar e comemoração:


 
Pastores: José de Paiva, João Garcia e Divino Bernardo sempre presentes se alegrando conosco!


Na casa da irmã Otacília tinha culto todo mês e as vezes comemorávamos dois aniversários de uma vez...


A cada ano comemorávamos o milagre da vida.

A cada ano comemorávamos o milagre da vida.

Aniversário de Dois anos do Danilo, filho do irmão Aparecido Palhares

Confraternizações: EMADEG

   Também realizávamos encontros da Mocidade esporadicamente o EMADEG, onde confraternizáva-mos com as congregações, irmãos, obreiros e pastores de várias vilas de Catalão, Cumari...


A Banda Estrela de Davi regida pelo maestro Daniel Gonçalves sempre fez parte da minha vida


Grupo de jovens do Augusto Netto louvando ao Senhor

 Da direita para a esquerda: Silsa, Pastor Eduardo,Eu,?, Pastor José de Paiva, Pastor Leoní entre outros


Minhas sobrinhas Siza Bete e Simeire (Cumari) louvando ao Senhor.

Nosso Grupo de Jovens: Grupo Vocal Rocha Viva, adorando ao Senhor com alegria.

Caravanas

Algumas vezes íamos à igreja toda pagar a visita nas Congregações e na Sede.


Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Goiandira GO em frente ao templo Sede após um culto abençoado.


 Irmãos  de Goiandira louvando a Deus no templo sede.

Irmãos Palhares de Goiandira louvando a Senhor no Templo Sede da IEAD.

 Eu e minha família na porta do Templo Sede da IEAD em Catalão GO

  As vezes também fazíamos cultos na minha casa, churrascos e aniversários, e todos os irmãos vinham se alegrar conosco.


Culto em Ação de Graças pela formatura de Sônia e Silsa no quintal de nossas casas


Em qualquer hora, em qualquer lugar, louvávamos  ao Senhor em Espírito e em Verdade.



E depois as irmãs: Genesi, Terezinha, Rosária, Leolina... alimentávam o nosso corpo físico com comidas deliciosas.


Éramos felizes, e sabíamos disso! Deus sempre estava presente.


quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Págs 172 a 174


Uma pequena homenagem

  Não posso deixar de fazer uma pequena homenagem ao irmão Valdivino Laura e família que sempre estiveram do nosso lado desde a Igreja de Deus até a Assembléia de Deus em Catalão.
  Irmão Divino Laura era meu diácono e porteiro, todos os dias abria a igreja na hora certa, ligava o som, e fechava a igreja por anos e anos... Até que o Senhor o acolheu.
  Irmã  Maria Rosa (vóvó Rosinha) sua esposa, ajudou-me a criar a Silsa, brincando junto com seus filhos: Divani, Ana Maria e Selmi, e ajuda na criação de minhas netas: Hadassa e a Hannah.  Continua forte e firme no caminho do Senhor.

 Irmão Valdivino Laura: obreiro aprovado!

Casal abençoado: Maria Rosa e Valdivino Laura (in memorian)

E lá vem mudança!
  O tempo passou sem que víssemos, quinze anos e meio, eu dirigi as igrejas de Cumari, Anhanguera e Fazenda Dourados e olha que o pastor disse que seria só por alguns dias...
  Eu já havia aposentado a muitos anos, a Sônia trabalhando no Estado  necessitava de especialização, e a Silsa já havia terminado o Colégio.  Novas necessidades surgiram, a Sônia queria fazer faculdade e a Silsa se preparar para prestar o vestibular.
  Construí uma casa em Catalão, mas não mudamos, doei para minha sogra morar era um tempo de dificuldades, depois compramos um lote a prestação e  construímos outra casa aos poucos com dificuldade e a Sônia foi com a Silsa, e eu fiquei dividido entre Catalão e Cumari, Anhanguera e Fazenda Dourados.
 Eu e minha família na nossa casa, após a formatura de segundo grau de minha filha Silsa


  Aos 19 de Novembro de 1989 fui finalmente consagrado a Evangelista mas ainda não havia conseguido chegar ao cargo que havia ocupado na Igreja de Deus no Brasil, mas aguardava firme nas promessas do Senhor, mas fui registrado em 28/10/98 e então já dirigia a igreja de Goiandira.



 



Págs 166 a 172

Deus operando milagres na minha vida

   Havia convertido uma família em Anhanguera, batizaram, e queriam visitar um parente em Patrocínio, pediram a carta de apresentação e eu disse que mandaria no outro dia pelo ônibus.  No outro dia fui levar a carta no ponto de ônibus, mas não sabia que a prefeitura havia aberto uma valeta na rua, e como desci embalado na bicicleta caí dentro da valeta demorei a dar conta de levantar.
  Levei a carta e voltei para casa. Nesta época eu estava de benefício, fazia perícia médica em Ipameri, tentando aposentar...   Fui para Ipameri todo escafolado (esfolado) e quando fiz a perícia disse ao médico que não estava me sentindo bem, ele então me deu um envelope de Terramicina e me mandou embora dizendo que eu ficaria bem.  Quando cheguei a Goiandira a minha perna já estava toda pintada de preto (roxo) fui ao farmacêutico Dr. Eurípedes que me disse:
__ Vai para o hospital, pois isto é início de Tétano!
  Em vez de ir para Cumari, fui para Catalão, para o hospital.  Quando cheguei ao hospital o médico me internou na hora. 
  Fiquei oito dias de perna para cima, de cabeça para baixo, recebendo medicamentos fortíssimos, e o médico havia me dito:
__ Se você não vomitar, vai morrer!
  Minha garganta tapou, eu não engolia nada.
   Apareceu ali um amigo de Cumari depois de três dias, é que mandei avisar a Sônia, não tinha nem avisado meu Pastor que morava na mesma cidade, por falta de quem levasse o recado.
  A Sônia veio à tarde e voltou logo, pois estudava, tinha que cuidar da Silsa e dar instruções para  continuarem a me substituir na igreja, dei a ela o último dinheiro que tinha no bolso para comprar um pianinho para a Silsa, pois era o sonho dela, e eu queria dar a ela o que ela mais queria, antes de morrer...
  No outro dia, 08:00h da manhã, o Presbítero Sebastião Lemes, conhecido por Irmão Paulista, me viu e disse:
__ Irmão Pedro você vai morrer sua perna está toda preta!
__ Não – disse eu – não vou morrer porque você vai orar por mim e Jesus vai me curar.
__ Mas aqui eles não aceitam fazer oração! – disse-me ele.
__ Você vai orar e só Deus vai te ouvir – disse eu.
  Ele pôs a mão no meu ombro, orou, chorou e foi embora.
  Veio a moça com o café e perguntou:
__ Será que o senhor já consegue engolir?
__ Não sei – disse eu – deixe comigo o chá.
  Esforcei para tomar o chá, que desceu no cantinho da garganta, Deus já havia aberto um pouquinho, quando desceu veio uma vontade incontrolável de vomitar, fui ao banheiro, e vomitei uma bola escura, como lodo do mar, o médico entrou viu a bola e disse:
__Você está salvo, pode ir embora!
  E fui mesmo, e sarei como é bom servir a Deus.

A cura de minha esposa

   Minha esposa Sônia ficou doente e fomos para Catalão, o hospital de Cumari ainda não funcionava.  O Dr. Mário, especialista de coração examinou ela e ficou parado diante do Eletrocardiograma, chamou-me para fora e disse:
__ Leve sua esposa para Goiânia ou Uberaba, porque ela está muito mal, o caso dela é grave. 
  Era Chagas... Passou um remédio e fomos embora, passando por Goiandira resolvi a levar ao farmacêutico que havia diagnosticado o tétano na minha perna.  O Sr Eurípedes a examinou e depois de fazer várias perguntas chegou ao mesmo diagnóstico do médico. 
  Chegando a casa, em Cumari, entramos, ela se ajoelhou e disse:
__ Ore por mim, Jesus vai me curar agora!
  Eu orei e ela foi curada.  Graças a Deus!

 A cura de meu sobrinho

  O irmão Adalzígio Pereira de Lima um dia chegou a nossa casa sendo puxado pela mão de sua esposa, como um cego pediu:
__ Irmão Pedro ore por mim!
___O que é que foi? - perguntei-lhe.
__ O Senhor não está vendo? Olha os meus olhos...
  Quando olhei seus olhos fiquei aterrorizado o branco do olho dele haviam sumido! Estava tudo preto! Eu disse:
__ Irmão vamos para Catalão ou Uberlândia, isso é grave!
__ Não – disse ele – eu vim aqui para o senhor orar por mim!
  Sem fé nenhuma, peguei o óleo da unção e coloquei nos dedos e pus sobre seus olhos e orei.  Quando abri os olhos um dos olhos dele havia voltado ao normal...
__ Ora de novo – disse ele.
 Orei outra vez, ungi, correu uma água do olho dele e voltou ao normal, ficou curado! Aprendi, Deus é quem faz a obra não eu!
Orando escondido!

  Um dia minha irmã Zélia Lourenço trouxe escondida a sua neta, filha desse mesmo irmão que havia nascido com um dos pés torcidos virados, e após ungirmos e orarmos, os pés dela voltaram ao normal.  
  Quando pai voltou do trabalho ficou pasmo ao ver o que Deus havia feito, então sua esposa lhe contou o que houve.  Ele se converteu e hoje é um presbítero.  Deus é maravilhoso!

Deus ainda hoje ressucita!

   Em frente a minha casa começou um alvoroço, gritos em mais gritos, choros, desespero... Corri para ver o que era.  Chegando a casa do irmão José Calaça disseram:
__ A irmã Fia morreu!
Ela sofria do coração e estava toda roxa, inerte, seu filho irmão Antônio Calaça disse:
__ Ora por ela irmão Pedro!
  Pensei é tarde demais! Ela já morreu! Mas atendi ao pedido daquele filho aflito. Oramos. Então ouvimos um suspiro ela acordou e disse:
__ Mas que lugar bonito eu fui!
  Ela se levantou e continua viva até hoje está bem velhinha! E firme com Jesus.
  São tantos milagres... A cura da irmã Valdezita que foi liberta da opressão maligna, a cura da coluna do irmão Berneval que tombou a carroça e quebrou o pescoço em dois lugares, Deus o curou e ele ficou perfeito, a cura do Bronquite asmático da Silsa, o espinho que saiu do pé da irmã Valdelice após uma oração abençoada...
Firmino cuidado!

  Em Cumari, havia um irmão por nome Firmino Gomes, ele trabalhava com um caminhão puxando toras, troncos de madeira para sua serraria.   E na noite de sábado Deus me mostrou ele com o caminhão carregado de toras com os seis pneus do caminhão tombados, virado para cima contei para a Sônia e no domingo de manhã fomos para a Escola Dominical.
  Ele morava em frente à igreja, chamei por ele e contei o sonho que havia tido e ele disse:
__ Amanhã vou pegar as toras num lugar difícil, vou tomar cuidado.
  Na segunda-feira 06:00h da manhã ele buzinou o jipe na porta e disse:
__ Já virei o caminhão carregado de toras.
  Ele só não morreu porque Deus havia o avisado e dado o livramento.
A cura da irmã Fátima

  Agora a pouco tempo o Pastor Braz ligou para mim dizendo que a irmã Fátima estava no hospital e queria que eu orasse por ela.
  Depois de quinze dias é que deu certo a minha viagem, quando cheguei lá o Pastor Braz disse:
__ Vá até o hospital e ore pela irmã Fátima, pois ela agora, precisa de um milagre...
   Cheguei ao hospital, brinquei com ela, alegrei aquele coração e fiz uma oração com imposição de mãos, eram 14: 30 h, as 18:00 h o médico vou visitá-la e disse:
__ Amanhã vamos para Catalão, passar sonda, para ver se você engole alguma coisa.
__Não precisa – disse ela – o irmão Pedro esteve aqui e orou por mim, e a bucha que eu estava sentindo na minha garganta já sumiu e eu já estou engolindo.
  O médico então deu alta para ela.
  Deus é assim, como Jesus disse para Tomé:
__ Seja crente e não incrédulo!
   Sempre visitei com o Presbítero João Pires, e numa dessas visitas a Davinópolis, encontramos uma senhora toda coberta por feridas, oramos por ela e após quinze dias fiquei sabendo que ela estava curada.
   São tantos testemunhos, são tantas curas e libertações que é impossível descrever todas elas.  Isso prova que Cristo vive e está no meio de nós.
Virando Teólogo

   O tempo passou mais rápido do que imaginávamos, e novas necessidades surgiam, para que eu fosse consagrado a Evangelista tive que fazer o Curso Teológico é a regra da Igreja Assembléia de Deus.   
   E como fazer? Não tínhamos condições de ir até o Seminário em Brasília... Então o Pr. Eurípedes Pereira de Sousa e o irmão Acácio da Diretoria do Seminário Teológico trouxeram uma equipe de professores para ministrar aulas para os obreiros e assim conseguimos concluir o curso.  Que beleza agora eu era Teólogo!


Meu diploma de Teólogo


Carteirinha para visitar Hospitais.




Recebendo mais bençãos

  A nossa sede ficou pequena, o campo cresceu muito e não cabia mais os salvos de Jesus, então o Pr. Eurípedes queria comprar um terreno para construir uma nova sede, pediu que orássemos. 
  Uma certa feita eu vim para a reunião ministerial e quando voltava para rodoviária avistei o terreno desejado, entrei no trieiro em meio as mamoneiras e orei pedindo a Deus que nos desse condições para construir uma casa maior para ele realizando assim o desejo do coração do meu pastor.
  Deus ouviu as nossas súplicas, compramos o terreno e fizemos uma festa enorme, um ranchão, e eu fiquei com minha esposa responsável pelo alojamento das irmãs, eram colchões de todo tipo e irmãos de todos os lugares, ficamos uma semana em Catalão ajudando desde a construção do rancho até a entrega dos colchões.
  E começamos a construir o templo, sinto-me muito honrado em ter participado da construção, fizemos muitos mutirões e concretamos tudo.  O saudoso Pastor Edvaldo quebrou o pé, mas continuou firme na construção.
  Tenho muitas saudades daquele tempo, a inauguração então, como eu cozinhei! Tinha tantos irmãos de tantos lugares, e haja comida para todo mundo! Mas não faltou.
  É impossível enumerar e contar tudo o que Deus fez, através de uma oração que fizemos, nem quantas almas foram salvas através do nosso simples trabalho, nem posso apontar os irmãos que mais me ajudaram, pois cada um ofereceu sua contribuição no tempo certo, no lugar ideal... como engrenagens de uma máquina todos tiveram sua utilidade.
  Muitas saudades dos irmãos daquela época: Alcides Florisbelo (já está com o senhor) e família, Braz Lourenço (meu irmão que hoje é pastor daquela Congregação) e família, José Florisbelo e família, Leocádio e família, Osvaldo Justino e família, Sebastião Ferreira, Sebastião Fernandes e família, Divino Laura (já dorme no Senhor) e família, Mario Ribeiro e família, Dioclésio Fernandes e família, Antônio Apolinário e família, Gaspar e família, Aparecida Venâncio e filhos, Patrocínio e família, Zélia Lourenço (minha irmã) e família, Adalzígio e família, Adalberto, José Gomes e família, João Teresa e família, Firmino Gomes(in memorian) e família, João dos Santos e família, Benerval e família, irmã Eva, José Calaça (Zeca Doce) e família, Urias Lourenço ( meu pai já com o Senhor), Idelfino Lourenço e esposa (meu tio), Natal Tereza, Rosa Agapito e João Evaristo, Sebastião Silvestre, irmã Abadia e filhos,  irmão João Bezerra e família, José Leal e família, entre tantos.

 Irmãos e Cumari: da esquerda para a direita: Ivone, irmã Jacira, Aparecida, Benedita André, em baixo Jonas, irmã Divina,? E nossa pioneira irmã Iracema (in memorian)

Irmã Maria Eterna e seu esposo.